segunda-feira, 23 de abril de 2018

#fim de semana {#16}

Ontem, foi domingo de Música... já não íamos às sessões há algum tempo, por isso, foi um misto de emoções... uma euforia tal que, ao longo da semana, estava sempre a perguntar pelo Indy, mas também uma certa timidez e até mesmo, saudade a puxar à lágrima... na música de abertura, chegou mesmo a fazer beicinho... 

Como sempre, as manhãs de música são uma alegria... para miúdos e graúdos... 

Este mês, o tema foi a Reciclagem... um assunto bastante pertinente na atualidade! E foi engraçado descobrir como é possível construirmos instrumentos musicas para os mais pequenos com material que temos em casa... por exemplo, basta utilizarmos uma garrafa de plástico, colocar dentro o que quiserem {logo que faça barulho ao abanar} - eu coloquei numa garrafa arroz, e noutra massa - decorar a garrafa, se assim o desejarem, e voilá!

Eles chocalham aquilo como se não houvesse amanhã, nós ficamos com a cabeça em água... mas, o mais importante é mostrar que podemos (re)aproveitar o que temos por casa para estimular a criatividade deles. 

O contacto com a música só traz benefícios para o desenvolvimento dos nossos filhos, para além de proporcionar um momento de diversão, de quebra na rotina! Nós adoramos ღ




terça-feira, 17 de abril de 2018

A arte subtil de dizer que se fod@ #1

Comecei a ler o livro de Mark Manson, "A arte subtil de saber dizer que se fod@" e tem sido uma deliciosa aventura. Cada capítulo transmite um ensinamento, apresenta a realidade nua e crua, numa linguagem divertida e simples. Mostra-nos que a nossa felicidade reside, muitas vezes, num que se fod@ que não se disse.

É libertador

Quando o autor refere essa arte subtil, não quer com isso dizer que temos de andar por aí a dizer que se fod@ como se não houvesse amanhã. Nada disso. Esta expressão deve ser encarada mais como uma forma de aceitação daquilo que não podemos mudar. Como uma forma de libertação. Muitas vezes, ficamos presos a determinado assunto demasiado tempo, o que nos vai magoando todos os dias, nos consumindo. E parece que a vida encrava ali. Mas, no momento em que decidimos dizer "oh que se fod@, seja o que Deus/a vida quiser", parece que a coisa, assim como por magia, se resolve naturalmente. Quem nunca?

E muito isso que o livro apresenta. Uma forma de vermos a vida com outros olhos. Uns olhos mais límpidos. Um olhar mais simplista. Uma visão mais otimista da vida, mesmo quando esta teima em turvá-la.

O livro ensina-nos a não estarmos constantemente a reclamar de tudo. Ensina-nos a seremos menos exigente conosco e com os outros. Basicamente, preconiza a arte de simplificar. De não criar expectativas irrealistas. De não vivermos focados no que nos falta, mas sim agradecer o que temos {ou tivemos}.

A vida é, e será, sempre feita de altos  baixos. E o importante é aprender a viver com a consciência disso. Aprender a viver com a dor. E, saber utilizar essa dor para crescer. Amadurecer.

Tenho procurado incutir isso na minha vida. Na forma como a vejo e a vivo. Descomplicar. Agradecer o que tenho. O que tive. Parar de me lamuriar. E aceitar. 

Quando escrevo esta palavra - aceitar - não posso deixar de sorrir. Porque, inevitavelmente me vem à memória as inúmeras conversas com a psicóloga e todas aquelas vezes em que se falou das fases do luto. Aquelas cinco fases - a negação, a raiva, a negociação, a "depressão" e a aceitação - pelas quais é fundamental passar para se ter um luto saudável. E tantas vezes, acreditei que nunca chegaria à aceitação. Parecia-me algo longínquo. Inatingível.    

Mas uma vez, a vida a mostra-me que tudo se resolve. Tudo a seu tempo. A vida não deve ser vivida à pressa. Tenho dias em que sinto que a minha parou. Mas depois, releio os meus textos. Revejo os momentos da minha vida, e sinto que, passo a passo, ela lá se vai resolvendo. 

Não é algo fácil de se atingir. É algo que requer muita resiliência, muito esforço, muita paciência. Mas, lá fui aprendendo a preocupar-me menos com aquilo que não posso mudar. Evitando aquele discurso de lamentações e vitimização. Optando para que a minha vida seja vista como um exemplo de superação, porque acredito que é muito mais difícil sair da cama e fazer-se à vida do que passar os dias a queixar-se dela.

Não sou melhor do que ninguém. Simplesmente procuro ajustar a minha vida às dificuldades que vou encontrando ao longo do meu caminho. Vou me fortalecendo a cada batalha. Vou, cada vez mais, praticando a arte subtil de dizer que se fod@

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É tão isso ♥
Obrigada Su* 

{Boa terça-feira}

segunda-feira, 16 de abril de 2018

#fim de semana {15}

Os fins de semana são sempre dias mais difíceis de encarar. Aqueles em que abrandamos o ritmo frenético do dia a dia. Aqueles dias em que os pensamentos vagueiam. Aqueles dias em que a realidade bate mais de frente. 

O tempo cinzento não tem ajudado a contrariar tudo isso. No entanto, no sábado, o sol lá apareceu, e permitiu que pudéssemos da um saltinho até ao "nosso" parque.

Ele brincou, pulou, escorregou, e eu fui absorvendo cada peripécia, cada sorriso, cada gargalhada. E sorrindo, agradecendo à vida {essa malvada que gosta de me pôr à prova} por me ter dado a oportunidade de ser mãe de uma criança tão especial. Tão única. Tão nossa. Um menino, que para além das birras {cada vez mais ocasionais}, é um ser mais maravilhoso. Altruísta. Meigo. Amoroso. 

Apesar de tudo o que pode acontecer numa vida, acredito que tudo é uma aprendizagem. Que tudo tem um propósito. Que, até mesmo a chuva que tem caído incessantemente nos últimos dias é uma forma de nos mostrar que, depois da tempestade... virá a bonança. E que os nossos corações se encham de fé num amanhã melhor. ღ






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Pinterest

Boa semana
 ❧

sexta-feira, 13 de abril de 2018

#dia do beijo

... nunca saíamos de casa sem um beijinho {ou os três beijos que te exigia, quando ias trabalhar e eu ficava na cama}... por mais simbólico que seja este ato, o de beijar, para mim, era muito, era tudo. Adorava os teus beijos, os rápidos, os demorados,os repenicados, os lambuzados... todos!

Era a nossa forma de, mesmo no meio do caos que pode ser um dia, relembrar que éramos/somos importantes um para o outro, que o amor, o carinho, permanecia ali... intacto... 

Lembro-me de, muitas vezes, voltar para trás para te dar só mais um beijinho.. e tu rias-te e dizias "és muito tolica"... e eu respondia "Por ti!" ... e os nossos olhos brilhavam... 

Felizmente que nunca perdemos este doce hábito e assim, sem contar, pude dar-te o nosso último beijo antes de sair... naquele dia, em que quando regressei, já tinhas ido... culpei-me muito tempo por ter saído, por não ter percebido... culpei-te por não teres esperado por mim... mas, hoje, mais lúcida, acredito que preferiste que fosse tão natural como todos os outros dias em que nos despedíamos com um beijo e íamos trabalhar... quero acreditar que apenas partiste mais cedo numa viagem que todos faremos... e que levaste o meu beijo contigo.... que levaste o beijo do nosso filho e o seu miminho que ele te fez no rosto... acredito que preferiste assim... e acredito que foi o teu jeito de nos proteger... 

Mas, desde então, o beijo perdeu o seu encanto... dou por mim a esquecer-me de cumprimentar as pessoas com dois beijos, dou por mim  a afastar-me dessas manifestações de afeto... agarro-me ao nosso filho e embrenho-me do seu cheiro, do seu jeito tão teu... e procuro no seu beijo, o amor que me fez, um dia, perder-me de amores por ti... 

Amo-te!

Um beijo {dos nossos} daqui até aí 


103/365

Dia do BEIJO 💋

O mais genuíno... o mais reconfortante... o melhor do mundo... ♡


quarta-feira, 11 de abril de 2018

#Ser Feliz todos os dias**

Retomei a leitura {embora ainda a ritmo lento}. Mudei o registo. Se outrora, optava por livros mais ligados ao luto, à superação da perda, ao como lidar com todos os sentimentos que nos invadem e nos trespassam a alma, agora tenho dado por mim a escolher livros mais libertadores.

Um dos últimos livros lido foi o da Catarina Beato, Ser Feliz todos os dias, da autora do blogue "Dias de uma Princesa", que nos oferece um guia de felicidade para pessoas imperfeitas.

Tão eu. Já, ontem, publiquei um imagem sobre a importância de abraçarmos as nossas imperfeições, de aceitarmos que erramos, que nem sempre vemos a vida com a clareza necessária. Que, muitas vezes, não somos a mãe que idealizamos, porque o cansaço nos vence, as preocupações ocupam um lugar de destaque no nosso dia, e acabamos por não ir de encontro com aquilo que gostaríamos. E faz-nos sentir as piores mães do mundo. Mas, ser mãe é também isso, o saber abraçar as nossas imperfeições, aceitarmos que não somos perfeitas e que, apesar das dificuldades da vida, fazemos de tudo para que os nossos filhos sejam felizes junto de uma mãe, que também ela, busca essa felicidade. 

Ao longo do livro, que aconselho, vamos tendo momentos de reflexão, que nos levam a embarcar numa viagem em busca da nossa felicidade, daquilo que nos faz verdadeiramente feliz. E isso é bem mais complexo do que se pensa. 

É ter a capacidade de aceitar o que não podemos mudar. É procurar aquilo que nos preenche, e muitas vezes, isso implica sair da nossa zona de conforto. É saber agradecer, todos os dias. É procurar o melhor de cada dia, mesmo que tenha sido péssimo*. É saber que somos feitos de contradições*. É aprendermos a gostarmos de nós*. 

Porque de nada nos vale nos revoltarmos com a vida, pois, e tal como refere a autora:
A vida resolve-se sozinha*.
* Citações do livro. 

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"Ali eu soube que era amor para a vida toda
Que era contigo a minha vida toda
Que era um amor para a vida toda..."
♥♥♥


Boa quarta-feira 

terça-feira, 10 de abril de 2018

Dia dos irmãos**

Hoje, comemora-se o dia dos irmãos... poderia escrever um texto extenso sobre o quão importante és para mim, que tens sido o meu maior apoio, o meu braço direito.... mas uma simples palavra resume tudo aquilo que sinto, tudo aquilo que tens vindo a demonstrar para comigo e para com o Gonçalo... um simples palavra, mas mesmo assim tão cheia de significado:

Obrigada!

Feliz dia dos irmãos!



{Digam lá que o Gonçalo até não é parecido comigo 😊}

100/365

Sejamos capazes de abraçar as nossas imperfeições e aceitar que, por mais forte que sejamos, nem sempre conseguimos manter o equilíbrio que desejamos...

Boa terça-feira ❣